Tuesday, January 2, 2007

A procura do inesperado...o que se pode esperar de algo que não acreditamos?São ridículas algumas das decisões que tomamos, porém essas, na minha vida são as mais importantes e, depois de começadas, nada há a fazer para voltar atrás... demos o primeiro passo e tememos dar o seguinte... hoje precisava mesmo de falar contigo, mas pareces tão calado...talvez temas olhares terceiros não é?Há poucos dias sonhei contigo, existe sempre uma procura,um encontro trémulo,como se isso tivesse o poder de mudar o destino. Quando acordo até parece real cada toque por nós sentido naquele inconsciente provavelmente só meu... não me entendo...superar, esperança, renascer, anulação do sentir, saudade, sonho, perda de esperança... hoje peço-te! Amizade desapercebida, amor desajustado...foi, tudo foi...apoio!A falta maior!iom...passo isto talvez por ti... desalinhei esta caminhada e hoje não sei se me completo nela quando parecia tão perfeita... perdi nesta última faixa musical o que fazia sentido para mim e revolta-me ter deixado que isso acontecesse. Simultaneamente um vazio compredo pelo "bichinho" da luta quase inexistente... horas a fio as gotas caem e o mais puro silêncio se faz sentir. Nada está a acontecer... não é importante perder não é?Que valor tem essa face que se molha?Que valor têm os passos fugidios para bem longe daqui???????

Monday, January 1, 2007

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Nunca se encontram as palavras certas para descrever quando nos sentimos impotentes em inúmeros factos da nossa vida...alguns não estão ao nosso alcance, outros há em que nos apercebemos que começam a não fazer sentido...como não ser o caminho certo aquele que parecia o melhor?Cortamos as hipóteses viáveis a nós próprios quando o destino nos faz deparar com a saudade de sonhos em que os personagens de agora ão entram...hoje são frios, tão pouco adivinhatórios do que nos faz sorrir...revolta-me cansar a alma a tentar explicar como se pode tão facilmente ser feliz...que amor tão pouco fugaz que não tem forças para abraçar,olhar,perceber,fazer parte desta cumplicidade que devia ser o trilhar do "sim",da entrega...desisto desta contenda que faz doer a cada momento ignorado,a cada lágrima presa,a cada nó na garganta para disfarçar o decair do sorriso...não tenho coragem...até quando?Porquê?